A esperada adaptação cinematográfica do musical “Wicked” foi oficialmente ignorada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Apesar do imenso sucesso comercial e do astral das estrelas Ariana Grande e Cynthia Erivo, o filme não conquistou nenhuma indicação ao Oscar 2025, marcando um revés significativo. Essa exclusão surpreendeu o mercado e os fãs, considerando o orçamento monumental e o fenômeno cultural que a obra representa nos palcos. A narrativa por trás dessa derrocada é ainda mais interessante quando se observa a trajetória divergente de suas protagonistas na premiação.
Enquanto o filme foi deixado de lado, Cynthia Erivo brilhou em sua própria indicação na categoria de Melhor Atriz por outro projeto, contrastando com a ausência de reconhecimento para Grande no circuito principal. Especialistas analisam que a recepção crítica morna, que classificou o filme como espetáculo visual mas com deficiências narrativas, somada à acirrada competição do ano, selou o destino da produção. A reação dos fãs nas redes sociais foi de desapontamento e perplexidade, gerando intenso debate sobre o descompasso, por vezes, entre sucesso de público e reconhecimento crítico.
O episódio levanta questões sobre como a Academia avalia grandes produções pop e adaptações de sucesso consolidado. A história final de “Wicked” no Oscar serviu como um exemplo claro de como nem todo o poder mágico do marketing e da bilheteria é capaz de conquistar as cédulas dos votantes. O caminho para Oz, aparentemente, não passou pela Dolby Theatre nesta temporada.










